Paris, Texas

Revisto hoje na Cinemateca da forma mais perfeita possível: acompanhado da única companhia que ali queria que não a da solidão, e com uma cópia suja, com falhas, riscos e saltos, mas no fundo apenas igual ao deserto onde tanto do filme se passa.

Um filme sobre o Amor (que mais há?), e sobre a coragem de deixar quem se ama para que alguém que se ama ainda mais, possa ser feliz. Ou sobre a cobardia de ter medo de falhar no amar e fugir para não fugir mais tarde.

A banda sonora é um dos discos da minha vida…

Esta é a cena que sei quase de cor, muito por culpa das n vezes que ecoou na minha cabeça durante a audição do disco:

Wenders, ou a América vista pelos olhos de um europeu que sempre por ela se fascinou sem a ela nunca se vender…